A minha cunhada a Dora - 2

Este fim-de-semana repetiu-se a dose!

 

Não sei porquê mas esta mulher anda a pôr-me louco! Como é que isto é possível? É que ela ainda por cima é daquelas gordas que quando as vemos no supermercado só nos apetece levar salada para casa.

Mas há qualquer coisa nela, ela entrega-se de uma maneira ao sexo como eu nunca vi. Ando a sonhar com ela e rodízio à Brasileira já quase há duas semanas. 

 

Já tive várias mulheres e as mais cheiinhas sempre me surpreenderam pela positiva. Uma vez tive uma magra e surpreendeu-me pela negativa. Mas esta Dora tem um dom especial.

Desta vez foi na casa de banho, eu vinha a sair e ela sabia que eu tinha ido. Então segui-me e esperou-me à porta, de repente quando eu vou a sair ela empurra-me para dentro e ataca-me como uma louca com o cio. Fez-me lembrar uma gata que tive em pequeno que bastava que lhe pusesse o pé por cima, ficava logo toda acelerada. Encostado ao poliban, nem consegui falar, senti só uma avalanche de carnes nuas a cercarem o meu corpo e deixei-me envolver naqueles laços de gordura. Não posso mentir, a verdade é que adorei! Senti-me quentinho e muito homem de novo.

 

Sinto que a vida já não é só aquilo que queriamos quando eramos novos. A Dora realiza-me muito.

 

Estivemos lá dentro uma meia hora, e para disfarçar iamos puxando o autocolismo a cada 4 minutos. Tanto quanto a minha mulher sabe foi a salsicha grelhada que me caiu mal. Não se calou o dia todo e fez-me uns quantos chás para ver se prendia.

No final de fazermos sexo fiquei tão vermelho que tive de esperar 20 minutos com a cabeça fora da janela da casa de banho para arrefecer e voltar ao churrasco. O meu filho Hélio passou lá atrás de bicicleta e perguntou-me o que é que eu estava a fazer. Tive que lhe dizer que estava à procura de um pássaro, porque não me surgiu mais nada na cabeça. Ele achou estranho e foi dizer à minha mulher que agora quer comprar um papagaio. 

 

Quando voltei ao churrasco a Dora já lá estava, mas não consegui olhar bem para ela. Comi muito, e antes de irmos embora ela disse-nos:

 

- Voltem quando quiserem, o meu churrasco está sempre aberto, e minha grelha sempre em brasa!

Fiquei a pensar naquilo.

 

(O papagaio que a minha muilher quer comprar a um vizinho imigrante)

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publicado por fax às 10:27 link do post | comentar | favorito